Ordem de serviço de dedetização: campos e modelo
Campos da ordem de serviço de dedetização, modelo para copiar e como a OS vira o certificado exigido pela Anvisa, com assinatura do cliente no celular.
Resposta curta
A ordem de serviço (OS) de dedetização é o registro da visita: quem pediu, onde, qual praga, o que foi aplicado, em que quantidade, por qual técnico, a que horas e com a assinatura de quem acompanhou. Ela é a fonte do certificado. Se a OS está completa, o certificado sai certo; se falta dado na OS, falta no certificado.
Para que serve a OS, do pedido ao certificado
Numa dedetizadora, o serviço passa por quatro momentos: o pedido (telefone, WhatsApp, indicação), o agendamento, a execução no local e o documento entregue ao cliente. A OS acompanha os quatro. Ela diz ao técnico o que fazer antes de sair, registra o que ele fez durante a visita e guarda os dados que vão para o comprovante exigido pela RDC Anvisa 622/2022.
Sem OS, o certificado é redigitado de memória no escritório, dias depois. É aí que aparecem produto sem concentração, endereço errado e prazo de assistência esquecido.
Campos da ordem de serviço de dedetização
| Campo | Para que serve |
|---|---|
| Número da OS e data | Identifica a visita e ordena o histórico do cliente |
| Cliente | Nome ou razão social, CPF ou CNPJ, telefone |
| Local | Endereço completo do imóvel tratado |
| Área tratada | Ambientes: cozinha, área externa, casa de lixo, forro, caixas de gordura |
| Praga-alvo | O que motivou a visita e o que foi encontrado |
| Método | Gel, pulverização, isca, polvilhamento, nebulização |
| Produtos | Nome, grupo químico, princípio ativo, concentração de uso, quantidade e lote |
| EPI | Equipamentos usados pelo técnico na aplicação |
| Técnico | Quem executou |
| Chegada e saída | Horário de início e de fim, para medir o tempo real do serviço |
| Fotos | Antes e depois, focos encontrados, pontos de entrada |
| Orientações | O que foi passado ao cliente: reentrada, limpeza, cuidados |
| Assistência técnica | Prazo por praga-alvo, que vai para o certificado |
| Assinatura | De quem acompanhou o serviço no local |
Lote e EPI não aparecem na lista mínima do certificado, mas ajudam muito quando um cliente reclama ou quando um produto tem problema: a empresa sabe exatamente o que foi usado e onde.
Modelo de OS (campos para copiar)
- Cabeçalho: número da OS, data, técnico responsável.
- Cliente e local: nome, documento, telefone, endereço do imóvel, contato no local.
- Diagnóstico: praga-alvo, focos encontrados, ambientes tratados.
- Aplicação: método; para cada produto, nome, grupo químico, princípio ativo, concentração de uso, quantidade e lote.
- Segurança: EPI usado; orientações passadas ao cliente.
- Tempo: horário de chegada e de saída.
- Fotos: antes e depois.
- Fechamento: prazo de assistência técnica por praga; observações; assinatura do cliente.
OS de papel ou no celular: o que se perde no papel
O papel funciona enquanto a empresa tem poucos clientes. Os problemas aparecem quando cresce:
- a via do cliente some e a do escritório chega amassada no fim da semana;
- a letra do técnico vira dúvida na hora de passar o produto e a quantidade para o certificado;
- não há foto anexada, então a discussão sobre "onde foi aplicado" vira palavra contra palavra;
- o histórico do cliente fica numa pasta, e ninguém sabe quando foi a última visita sem procurar;
- o estoque de produto não baixa, e a compra é feita no susto.
No celular, a OS preenchida em campo já é o dado final: o certificado sai dela, o histórico do cliente se atualiza e a próxima visita pode ser agendada a partir do mesmo registro.
Como o Servicfy faz
No Servicfy, a OS de dedetização já vem com os campos do ramo: pragas-alvo, método de aplicação, garantia, concentração de uso de cada produto lançado e, no cadastro de cada produto, princípio ativo, registro no Ministério da Saúde, grupo químico e antídoto. O técnico vê o próprio dia no celular, marca quando chega e quando termina, tira as fotos, colhe a assinatura do cliente na tela e gera o certificado em PDF a partir da OS.
O que fica de fora do automático: o lote do produto e o EPI não têm campo próprio hoje; registre nas observações da OS se a sua operação precisa desse controle.
Depois da OS, veja o que precisa constar no certificado de dedetização.
Perguntas frequentes
O que deve ter numa ordem de serviço de dedetização?
Cliente, endereço do imóvel, área tratada, praga-alvo, método, produtos com grupo químico, concentração de uso e quantidade, técnico, horários de chegada e saída, fotos, orientações passadas ao cliente, prazo de assistência técnica e a assinatura de quem acompanhou.
Qual a diferença entre ordem de serviço e certificado de dedetização?
A ordem de serviço é o registro interno da visita, com tudo o que o técnico fez. O certificado é o documento entregue ao cliente, com as informações mínimas exigidas pela RDC Anvisa 622/2022. O certificado sai dos dados da OS.
Posso fazer a ordem de serviço no celular?
Sim. No Servicfy o técnico preenche a OS no celular, anexa fotos, colhe a assinatura do cliente na tela e gera o certificado em PDF a partir dela.
Como o Servicfy entra nisso
O Servicfy é um sistema de ordem de serviço para empresas de controle de pragas e dedetização: agenda com recorrência, OS que o técnico preenche no celular, financeiro, cobrança por PIX e WhatsApp integrado — e, nos ramos que exigem, o documento do serviço sai da própria OS.
Os planos começam em R$ 97 por mês e todos têm o sistema inteiro: o que muda é o tamanho da equipe e da carteira. O teste é de 7 dias, sem cartão.
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Os PDFs são reais, gerados pelo sistema com dados de exemplo; as outras duas são imagens ilustrativas geradas por IA.
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